autores: Luís Peça, Fernando Alves, Susana Ferreira
Domingo, 10 de Maio de 2009
Academia Europeia na Madeira - dia 3

7 de Maio de 2009

 

O programa para este dia era uma volta à ilha.

 

Partimos de Santana em direcção a S. Jorge.

Todos nos deslumbrámos com esta paisagem.

 

 

Em S. Jorge visitámos primeiro o Museu da Vinha e do Vinho e depois o Roseiral, um jardim com mais de 1600 espécies de rosas diferentes.

 

 

 

Não podia aqui faltar uma fotografia de bananeiras, uma das culturas agrícolas mais importantes da Madeira.

 

 

A ilha é mesmo um jardim natural. Em baixo, uma berma de estrada comum na Madeira.

  

 

De S. Jorge continuámos para Oeste. As estradas antigas, antes das novas vias rápidas, com túneis e viadutos, eram escavadas na rocha e por isso muito estreitas e assustadoras. Lá em baixo é Ponta Delgada. A da Madeira, claro.

 

 

Houve curvas em que o condutor do autocarro teve de fazer manobras para passar. Agora imaginem quando nos cruzámos com outros carros: uff, muito difícil. Os condutores de autocarro madeirenses são verdadeiros malabaristas.

 

 

A vantagem destas estradas é que assim desfrutamos de vistas fantásticas.

 

 

As estradas antigas eram mesmo difíceis.

 

 

Chegámos a S. Vicente, uma bonita vila entre escarpas, onde foram feitas muitas das filmagens da novela "Flor do Mar", que passa na TVI.

 

 

Depois, rumo a Porto Moniz, onde estão as famosas piscinas naturais que aparecem sempre que se fala da Madeira. É a ponta Oeste da ilha.

 

 

Subimos então ao planalto da ilha. Do nível do mar para mais de 1500 metros de altitude. Pena que estivesse um dia nublado. Mas mesmo assim a geografia era deslumbrante.

 

 

Começámos então a descer a encosta Sul. De autocarro mas acima das nuvens.

 

 

Antes do moderno sistema de túneis havia já alguns antigos, "ao natural", simplesmente escavados na rocha.

 

 

Fomos então à Ribeira Brava, uma zona balnear.

 

 

Tem uma piscina aberta a todos, mesmo à beira-mar.

 

 

E quem quiser pode fazer praia. É uma praia diferente do que estamos habituados no continente. Na Madeira há apenas uma ou duas pequenas praias com areia branca trazida de Marrocos.

 

 

O último ponto da nossa volta foi o Cabo Girão.

 

 

Tem um miradouro para uma escarpa com 580 m de altura. Segundo os madeirenses, é a segunda maior da Europa.

Quando nos abeiramos da grade que protege o miradouro e olhamos para baixo quase ficamos sem respiração.

É deveras impressionante a altura enorme a que estamos em relação ao mar.

 

 

Depois foi o regresso, após um dia de curvas em autocarro. Mas estávamos todos bem-dispostos.

 

 

Para fechar o dia, a escola madeirense ofereceu um jantar aos alunos, pais e professores envolvidos no intercâmbio. No final a banda da escola tocou para nós.

 

 

No próximo e último post sobre a Madeira vamos "fazer uma Levada" e visitar o Funchal.



publicado por Luís Peça às 15:38
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